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Árias Sanguíneas

Sanguinária

October 2nd, 2022
7 tracks
25:55
Árias Sanguíneas
Árias Sanguíneas
Prelúdio
0:00
1:07
Prelúdio
Sanguinária
1:07
Ária I: Diabólicas Superstições (A Bruxa Nasce)
Sanguinária
Vi-te nascer, Erzsébet Nascida entre brados de dor Vinda ao mundo banhada em sangue Primeira de copiosas imersões Uma trágica tormenta avoluma-se Na sombra dos Cárpatos Carpem, soturnas, as florestas Que te viram crescer Cedo iniciada em inomináveis ritos Sanguinolentas perversões Devota de demoníacos mitos Adepta de diabólicas superstições
3:19
Ária II: Semente de Mandrágora
Sanguinária
Melancolias matinais Amortalhadas na neblina matutina Dias de tristeza inexorável Atenuada pelo desejo de sangue Vagueavas pelo teu próprio luar Grená e pálido Dentes de lobo ao peito Inundada pela luz negra da melancolia Tua formosa aparência Excelente e sem nódoa Não inspira paixão, mas temor Mandrágora colhida em ténebra noturna
2:55
Ária III: Pactos da Condessa (Nomenclatura Satânica)
Sanguinária
Satânicos sacrifícios sanguíneos Num marmóreo, frio altar Cada crime é permitido Conquanto alcance o pretendido Ao Diabo o que lhe é devido Tal e qual como prometido A Lucifuge Rofocale Devia-lhe riqueza pessoal Satanáquia a agraciava Sangue de donzelas providenciava Agaliarept lhe desvendava Segredos das cortes que visitava Fleurety lhe outorgara Sombrios poderes sobre a noite clara Pela névoa de Sargatanas Encoberta na escuridão Com Nebiros pactuou Maléfica necromancia lhe revelou
3:57
Ária IV: Progénie da Loba
Sanguinária
Para tardar a tristeza Adiar a angústia Refugiava-se a Condessa No sofrimento alheio Em quantos castelos Outras tantas câmaras de tortura Onde indescritíveis tormentos Sucedem a sádicos ritos Para fugir à depressão Inebriava-se com o visco vital De vidas ceifadas prematuramente Em rubro frenesim Progénie da loba Vampírica, venérea majestade Com profanas libações Esquiva-se dos escolhos da idade Banha-se a Baronesa Em sangue de púberes vítimas Imoladas numa pira De lupina loucura A sinistra soberana Escarnece os sermões Regurgitados por ratazanas De púlpito, ascetas e hipócritas Progénie da loba Vampírica, venérea majestade Com profanas libações Esquiva-se dos escolhos da idade
6:29
Ária V: Matriarca Sandia (Caída em Desgraça)
Sanguinária
Pesados portentos Da queda de Bathory Pairam no púrpuro crepúsculo Vi-te cair, Erzsébet Cair em desgraça Vítima da ganância Não da justiça Eras matriarca sandia Quando sandice prazerosa E sangrentas paixões ocasionais Eram privilégios patriarcais Entre as armas do Otomano E as intrigas do Habsburgo Caída em desgraça Sepultada num gigantesco túmulo Encarcerada no castelo de Csejthe Punida onde antes punia Recitavas às pedras, matriarca sandia Memórias de atrocidades passadas Austera e cruel condessa Condenada a perpétua reclusão Privada de sangue, definharás À lei da morte, sucumbirás
5:04
Poslúdio
Sanguinária
3:04

Árias Sanguíneas, Sanguinária's second release, is a vampyric black metal opera of horror based on the Condessa Sanguinária herself, Elizabeth Bathory.

"Sanguinária is a strong contender for the spot of best vampiric black metal band around, and being anti-NSBM is a strong bonus as they vie for supremacy over the Camarilla - or Sabbat, or actually more likely the Anarchists? Either way, a very strong release!"

- Antifascist Black Metal Network

Credits

Sanguinófilo - Bass, vocals, lyrics
Incognítia - guitars, drums
Baird Sire - synths